Bem, para dizer a verdade eu não sei responder nenhuma dessas perguntas. Quem sabe um dia, quando estiver na raiz do conhecimento, em frente a árvore da sabedoria dai então serei melhor esclarecida.
Por vezes, tenho sido dura com as pessoas, agindo de forma precipitada, o que no meu caso, tem sido algo normal pois eu não consigo me controlar. A vida me chama, e eu apenas sigo seu curso. Podemos chamar isso de falta de responsabilidade? Sim, podemos, mas se tudo é passageiro como interpreto isso diante de meus atos? A vida corresponde a uma séria de fatos, sem sentido, que no final dão sentido a nossa existência. Os encontros e desencontros , decorrentes disso, depende mais de estarmos abertos a isso.
Viver é uma escolha! E afinal, cada um encontra-se num estágio de evolução. A cartillha pode servir para um, mas não para todos. Olhar com igualdade é esquecer nossas singularidades, especificidades humanas subjetivas.
Bem, será que um daremos risada de tudo isso, é uma tentativa de enxergar uma luz no fim do túnel para nossas angústias, e de não olharmos a vida de maneira fechada.
Para finalizar um sambinha do Cartola que diz tudo: precisamos nos encontrar!
Composição: Candeia
Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...(2x)
Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer, quero viver...
Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...
Se alguém por mim perguntar
Diga que eu só vou voltar
Quando eu me encontrar...
Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer, quero viver...
Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...
Se alguém por mim perguntar
Diga que eu só vou voltar
Quando eu me encontrar
Quando eu me encontrar
Quando eu me encontrar
Depois que eu me encontrar
Quando eu me encontrar
Depois, depois
Que eu me encontrar
Quando eu me encontrar
Depois, depois
Depois que eu me encontrar...
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